Fora de estoque
“‘Isis e a Cruz de Ankh’ nasceu como uma reverência à força feminina que cura, protege e renasce.
Enquanto pintava, senti a presença de Ísis como uma energia serena, mas imensa — uma mãe ancestral, uma rainha espiritual, uma guardiã dos mistérios da vida.
A Cruz de Ankh veio como símbolo central dessa obra.
Para mim, ela representa mais do que a vida eterna: representa a chave que abre caminhos internos, que nos lembra da nossa ligação com o sagrado e da nossa capacidade de atravessar transformações profundas.
O olhar de Ísis foi construído para ser firme, magnético e silencioso.
Ele não pede atenção; ele a conquista. É o olhar de quem conhece a dor, a perda, o amor e o renascimento — e ainda assim permanece soberana.
Em cada detalhe do ouro, das joias, do azul e da luz, busquei honrar a grandeza dessa Deusa que une beleza e poder, delicadeza e mistério.
Para mim, esta obra é um convite à reconexão com a vida, com a intuição e com a força sagrada que existe dentro de cada mulher.
Olhar para Ísis é lembrar que nada verdadeiramente essencial se perde.
Tudo pode ser reunido, curado e renascido pela força do amor, da magia e da alma.”
Ruby
| Coleção | Entidades de Poder |
|---|---|
| Tipo | Tela em Acrílico |
| Dimensões | 80x60cm |
Na tradição egípcia, Ísis é a grande Deusa da magia, da maternidade, da cura e da ressurreição.
Senhora dos mistérios sagrados, ela é aquela que reúne o que foi partido, restaura o que parecia perdido e conduz a alma de volta à sua própria força.
A Cruz de Ankh, símbolo da vida eterna, surge nesta obra como chave espiritual e instrumento de poder.
Em suas mãos, ela não é apenas um ornamento sagrado, mas um portal entre mundos: vida e morte, corpo e espírito, matéria e divino.
“Isis e a Cruz de Ankh” representa o arquétipo da mulher que cura, protege e desperta.
Seu olhar firme atravessa o tempo como um chamado silencioso à lembrança: há em cada ser uma centelha imortal, uma força ancestral capaz de renascer mesmo após as maiores perdas.
Contemplar Ísis é entrar em contato com a sabedoria que acolhe e transforma.
É reconhecer que a verdadeira magia não está apenas nos rituais, mas na capacidade de reconstruir a si mesma, sustentar a vida e permanecer inteira diante dos ciclos da existência.